
Não existem verdades absolutas fora da realidade física, pois todas as demais dimensões do real são formadas por pseudo-verdades, verdades em construção, não raro, paradoxais, contraditórias, carentes de uma coerência que jamais será satisfeita posto que as verdades não vieram para traduzir segurança mas apenas para nos servir de ponto de partida. Até os limites da nossa realidade física já estão sendo questionados pela ciência e pela tecnologia, hoje até uma pedra pode falar e ter mais a dizer do que muito ser humano. Liberdades poéticas a parte, afora os limites do meio físico (interno e externo) não há outras barreiras intransponíveis além, óbvio, da nossa consciência que em poucas palavras nos diria: não prejudicar, nem agredir, sem extrema necessidade, a obra do homem ou a obra do criador, pois todas elas devem repercutir e respaldar a liberdade de homens livres, homens que hajam conforme sua consciência, de si e do outro, sob a égide do respeito infinito.
A identidade homossexual seria uma verdade absoluta? Penso que sim, posto se tratar de atributo físico de origem e desdobramentos pouco conhecidos e investigados, mas completamente condizentes com a vocação natural do ser humano para o amor, e o fim último do mesmo, a construção e perpetuação de um espaço e um tempo no qual se possa parir seres inteiros, que possam sentir e amar inteiramente, expressando todo seu potencial criativo em liberdade e igualdade com os seus pares. (Ou, ao menos, algo bem próximo disso, pois hão de existir sempre utopias comandadas pelas esperanças de futuro melhores).
A homossexualidade não é, nem deveria ser, encarada como um problema ,ou uma mera adaptação da heterossexualidade, mas como apenas uma maneira menos usual de expressão integral e legítima dos sentimentos e condução do prazer , requisitos essenciais a consumação da humanidade presente em cada ser, para uma vida plena e para a construção de um mundo livre, em paz.
A identidade homossexual seria uma verdade absoluta? Penso que sim, posto se tratar de atributo físico de origem e desdobramentos pouco conhecidos e investigados, mas completamente condizentes com a vocação natural do ser humano para o amor, e o fim último do mesmo, a construção e perpetuação de um espaço e um tempo no qual se possa parir seres inteiros, que possam sentir e amar inteiramente, expressando todo seu potencial criativo em liberdade e igualdade com os seus pares. (Ou, ao menos, algo bem próximo disso, pois hão de existir sempre utopias comandadas pelas esperanças de futuro melhores).
A homossexualidade não é, nem deveria ser, encarada como um problema ,ou uma mera adaptação da heterossexualidade, mas como apenas uma maneira menos usual de expressão integral e legítima dos sentimentos e condução do prazer , requisitos essenciais a consumação da humanidade presente em cada ser, para uma vida plena e para a construção de um mundo livre, em paz.
Marcos André Carvalho Lins
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